Campinas/SP - Sexta, 14 de dezembro de 2018 Agência de Notícias e Editora Comunicativa Ltda.  
 
 
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SEMINIS ORIENTA SAFRA DE TOMATES NO VERÃO  


A Seminis do Brasil foi estruturada como unidade de negócios em 1994 e é a maior empresa de sementes de hortaliças e frutas, com mais de 20% do mercado internacional. Como resultado das aquisições (Asgrow, Petoseed e Royal Sluis), investimentos e estratégias em parcerias, a empresa construiu o mais completo patrimônio genético de hortaliças do mundo. Cerca de 11% do seu faturamento é destinado para a pesquisa e desenvolvimento de novos produtos, representada por uma estrutura de 50 Estações Experimentais de Pesquisa em 17 países. Está presente em mais de 150 países com um mix de quatro mil produtos de 60 espécies. No Brasil, a Seminis detém a participação de mais de 30% do mercado, mantendo uma forte representação em toda América do Sul. A linha de produtos é composta por aproximadamente 120 opções em 34 espécies de hortaliças, comercializada através de uma rede de distribuidores exclusivos e uma forte equipe de assistência técnica. A estrutura brasileira da Seminis é formada pelo Departamento de Pesquisa com duas Estações Experimentais (Paulínia/SP e Carandaí/MG), a unidade de produção e processamento de sementes em Igarapé/MG, além do Centro de Distribuição e do Departamento de Administração e Vendas, sediados em Campinas/SP. Em janeiro/2005, tornou-se subsidiária da Monsanto Company.

. Márcio Nascimento, Gerente Comercial da Seminis Fone (19) 3705 9300


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Texto de Marlene Simarelli / Artcom

A produção de tomates para consumo in natura supera 3 milhões de toneladas por ano e emprega 2 funcionários diretos por hectare, de acordo com o Agrianual 2007. As três principais áreas de produção de verão, segundo o Cepea/Hortifruti, são Itapeva (SP), com 32 milhões de pés plantados; Caçador (SC), com 17 milhões e Venda Nova do Imigrante (ES), com 5 milhões, referentes à safra 2005/2006.
Em Caçador, para a safra que começa há previsão de aumento de plantio. “Na safra passada atingiu-se a marca de cerca de 10 milhões de plantas, que deve saltar para 12 milhões de plantas para esta safra”, constata o pesquisador da Epagri, Siegfried Mueller. O pesquisador coordena os preparativos finais para o I Seminário Estadual de Tomaticultura – Bases tecnológicas para a produção integrada de tomate -, que contará com o apoio da Seminis do Brasil, empresa de pesquisa e comercialização de sementes, localizada em Campinas (SP), entre outras. Mueller observa que pode haver uma possível queda de rentabilidade do produtor em função do aumento da área. Esta possibilidade só não ocorrerá – acrescenta - “se houver um aumento do consumo da fruta, que tem registrado crescimento, principalmente, porque estão disponíveis no mercado, frutos de cultivares melhores e com mais sabor, o que ajuda na hora da compra”.

Cuidados

Os cuidados fitossanitários na cultura do tomate representam um capitulo à parte. Quem ainda não comprou as sementes para começar a safra, deve atentar para a aquisição de produtos com maior tecnologia, que agreguem resistência às principais pragas e doenças da cultura, pois, principalmente no verão, o tomate é alvo fácil delas. “A produção de mudas atualmente exige alta tecnologia para que o produtor receba uma planta sadia”, informa Mueller. “Os viveiros mais tecnificados para produção de mudas de tomate que irão para Caçador estão localizados em São Paulo ”, diz. Segundo o pesquisador, praticamente todas as mudas de tomate plantadas em Caçador são provenientes deles.

Parte das doenças pode ser controlada com o uso de sementes com resistência às doenças, como nematóides, algumas doenças fúngicas e viroses. Entre elas, a mais prejudicial diz respeito aos geminivirus, de difícil controle. O engenheiro agrônomo Flávio Leal, da Seminis, esclarece que “tais transtornos podem ser evitados com um solo devidamente cuidado e o plantio de cultivares com alta tecnologia como os tomates Styllus, Densus, TY Fanny e Paty, da Seminis, pois a qualidade traz maior segurança na colheita”.

Água e Solo

“O tomaticultor deve escolher um sistema de irrigação que otimize o uso hídrico”, orienta Leal. O tomate necessita de complementação de água por meio de irrigação nos períodos mais secos. A quantidade de água a ser aplicada na cultura bem como a forma de aplicar pode aumentar a produtividade, mas também pode ser motivo de doenças. “A umidade excessiva facilita a entrada de doenças fúngicas e bacterianas e pode lixiviar os nutrientes aplicados”, explica o engenheiro agrônomo.

Vale ressaltar que mesmo com o uso da mais avançada tecnologia em sementes e irrigação, nada terá resultado se o solo não for bem cuidado. “Um solo fértil, com matéria orgânica de boa qualidade e na quantidade indicada pela análise de solo é a base para receber a planta, que, sadia e bem nutrida, resultará em alta produtividade e lucratividade ao produtor", indica Leal.

Seminário Estadual de Tomate

O 1º Seminário Estadual de Tomate de Santa Catarina se aprofundará no que há de mais atual nos cuidados com a cultura. Segundo o pesquisador da Epagri, Siegfried Mueller, o objetivo do evento é divulgar tecnologia para produção de um tomate melhor, que atenda às regras de mercado em relação à segurança alimentar. O tema do seminário, apoiado pela Seminis, é “Bases Tecnológicas para a Produção Integrada de Tomate”. O evento será realizado dia 05 de setembro, no Teatro Contestado, na cidade de Caçador, um dos mais importantes pólos de tomaticultura para consumo in natura do País. Os produtores e técnicos da área são o público alvo.

A Produção Integrada de Tomate visa produzir tomate com uso de tecnologias mais limpas. “Tudo é feito racionalmente, os defensivos indicados são os de menor toxicidade. O produtor poderá fazer as pulverizações de acordo com as indicações do monitoramento de pragas e de doenças para, que faça, sempre que possíve,l as pulverizações na hora certa”, alerta Mueller. Outro tema a ser apreciado durante o seminário trata de “alimento seguro” ou “segurança do alimento” no qual haverá debates sobre “a importância do consumo de alimentos sem resíduos deletérios à saúde humana”, diz. Pela adoção do sistema de produção integrada é possível rastrear o tomate produzido, inclusive identificado com selo de qualidade.


Informações:

Siegfried Mueller – pesquisador da Epagri – telefone (49) 3561.2011, email simueller@epagri.sc.gov.br

Flávio Leal – engenheiro agrônomo da Seminis do Brasil – telefone (19)3705-9300 – flavio.leal@seminis.com

Imprensa:

Marlene Simarelli – (19)3237-2099 – marlene@artcomassessoria.com.br

 

 
 
   
   
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