Campinas/SP - Terça, 4 de agosto de 2020 Agência de Notícias e Editora Comunicativa Ltda.  
 
 
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BSI INSTALA AMORTECEDOR DE IMPACTO NA RODOVIA SP 340  


A Lindsay América do Sul Ltda., empresa de soluções para irrigação, ocupa hoje a segunda colocação no ranking do mercado de irrigação por aspersão no Brasil. Sua planta industrial está instalada na Região Metropolitana de Campinas/SP (município de Mogi-Mirim), onde duplicou sua capacidade produtiva e passou a investir em novos mercados, projetando sistemas diversificados que ampliam o custo/benefício dos equipamentos e atendem a novas culturas irrigáveis. A unidade brasileira é controlada pela Lindsay Manufacturing Co. e iniciou suas atividades industriais no país em 2001, mas tem um passado de parceria e crescimento com o mercado local. Desde 1981 é responsável pelos projetos tecnológicos dos pivôs fabricados pela Carborundum do Brasil, que eram considerados sinônimo de qualidade em pivô central. Essa cooperação tecnológica agregou um vasto conhecimento das características das condições da agricultura brasileira. A matriz da Lindsay Manufacturing Co. fica em Nebraska/EUA, onde atua desde 1955, com fábricas na Europa (França), África do Sul, Oriente (China) e América do Sul (Brasil). Lindsay América do Sul Rodovia Adhemar de Barros (SP 340) Km 153,5 - Mogi Mirim/SP - Fone (19) 3814 1100 www.lindsay.com.br


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As estradas da região de Campinas já receberam o segundo amortecedor de impacto, equipamento que reveste bifurcações, pilares e contenções de concreto para atenuar possíveis colisões e salvar vidas. Depois de instalado no final do ano passado no trecho conhecido como “Tapetão” (parte do trajeto da SP 332, que liga Campinas a Paulínia), o equipamento agora protege os motoristas também na bifurcação existente na praça de pedágio Estiva Gerbi, localizada no Km 193 da SP 340, em Mogi-Guaçu (SP). Pelo local trafegam, em média, cinco mil veículos por dia. Já recomendado pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), o amortecedor de impacto deve ser instalado em outros pontos das rodovias brasileiras nos próximos meses.

Localização estratégica
A instalação do equipamento na rodovia que liga Mogi-Guaçu a Campinas ocorreu depois da ampliação da praça de pedágio e a conseqüente mudança da circulação dos veículos que chegam àquele trecho. O diretor de Operações de Engenharia da Renovias, Paulo Roberto Damha explica que, antes, motocicletas e veículos oficiais acessavam o pedágio pelo lado direito da bifurcação e os demais veículos - incluindo usuários da faixa exclusiva para o Sem Parar/Via Fácil - circulavam pelo lado esquerdo. Com a ampliação da praça, houve um redirecionamento dos veículos e os usuários do pedágio eletrônico passaram a trafegar pelo lado direito da bifurcação.
Dessa forma, segundo Damha, “o ponto tornou-se o que a Renovias denomina de região de decisão de trajeto e, somada à implantação de nova direção a seguir para um grande número de veículos, formou-se um ambiente em que qualquer desatenção provoca risco de acidente”. Isso levou a concessionária a entender que “tornou-se adequada a implantação do amortecedor de impacto para oferecer maior segurança aos motoristas”. Nas proximidades do pedágio, o fluxo médio é de cinco mil veículos/dia e a velocidade permitida no local é de 60 km/h devido à aproximação do pedágio. No entanto, conforme observou o especialista em Segurança Viária Nélson Mattos, que acompanhou a instalação do amortecedor de impacto em Mogi-Guaçu, trata-se de uma descida, onde a tendência dos motoristas é aumentar a velocidade.
O diretor da Renovias afirma que “por observações das experiências de outros lugares, sabemos que o amortecedor de impacto é eficiente e reduz a severidade dos acidentes”. Sendo assim, continua, “à medida em que identificarmos trechos onde o uso do amortecedor seja imprescindível, certamente a Renovias vai implantá-lo”. Ainda novo no Brasil, o equipamento já é conhecido e utilizado na Europa e Estados Unidos. A chegada da inovação no Estado de São Paulo marca também a entrada no País da Barrier Systems Inc (BSI), especializada em equipamentos de segurança viária. A empresa trouxe para o Brasil uma linha de produtos que atende às especificações da nova norma técnica ABNT (NBR 15486) aprovada em junho de 2007 para regulamentar os equipamentos de proteção rodoviária no Brasil.

Rodovias devem oferecer segurança
O amortecedor de impacto introduziu no Brasil o conceito americano da “rodovia que perdoa os deslizes do motorista”, atesta o especialista em Segurança Viária Nélson Mattos: “Quando ocorre um acidente, é comum apontarmos imperícia ou desatenção do motorista, falarmos em excesso de velocidade ou consumo de álcool, mas raramente se ouve cobranças quanto às condições da rodovia e à ausência de mecanismos de segurança”.
Mattos explica que as diretrizes brasileiras de segurança viária estão 40 anos atrasadas em relação a outros países desenvolvidos. “Nossas regras são da década de 70, e agora é que a ABNT está desenvolvendo novas normas e modernizando suas exigências, entre as quais está o amortecedor”, reforça.
A expectativa é que a crescente conscientização da sociedade e o conhecimento da capacidade do amortecedor de impacto de salvar vidas levem os usuários a exigirem a ampliação dos locais onde o equipamento deve ser instalado. Ele afirma que o grande fluxo de veículos, freqüência de acidentes e trechos onde o condutor tende a aumentar a velocidade são indicações de locais onde amortecedor pode fazer a diferença, segundo Mattos.

Como funciona o amortecedor
Eugênio Brunheroto, diretor da BSI (empresa fabricante dos amortecedores) para a América do Sul, explica que “se um carro bater contra um pilar de concreto a 100km/h, a morte do motorista será certa. No entanto, se o choque ocorrer em um local com amortecedor de impacto, é bem provável que o motorista nem se machuque”. Segundo ele, isso é possível porque o equipamento tem uma estrutura com baias internas feitas por cartuchos de polietileno (para absorção de impactos) e uma defensa metálica corrediça nas laterais. “Quando ocorre a colisão, os cartuchos se comprimem e as laterais se deslocam, provocando a desaceleração do automóvel e protegendo o motorista” afirma.
Nas mesmas condições, segundo o consultor Nélson Mattos, as chances de que o acidente seja fatal são de 90%. Por isso, especialistas de países como França, Grécia e Canadá, com quem Mattos mantém contato durante participação em congressos internacionais, confirmam a ampliação dos trechos onde o amortecedor vem sendo instalado: “o usuário, vendo a eficácia, passa a cobrar, e as concessionárias se interessam pela instalação, inclusive, para evitarem ações legais e pedidos de indenização”.

Produto tem fabricação nacional
Os amortecedores de impacto instalados na região foram desenvolvidos pela Barrier Systems Inc (BSI), especializada em segurança viária. A fabricação é nacional – planta industrial localizada em Mogi Mirim - e abastecerá outros países da América do Sul. Os equipamentos são fabricados com tecnologia padrão já adotada pelos EUA, Europa e alguns países da América Latina (como Chile, Venezuela e Argentina). A empresa foi adquirida no ano passado pelo grupo Lindsay, sediado em Mogi Mirim (SP) que é líder mundial em irrigação e está diversificando seus negócios.

WWW.BSI.IND.BR

Fontes:
. BSI – Eugênio Brunheroto, Diretor para a América do Sul
fones (19) 3241 9259 / 9154 5304
. Renovias – Paulo Roberto Damha, diretor de Operações de Engenharia
fone (19) 3814 2000
. Nélson Mattos – especialista e consultor em segurança viária
fones (21) 8702 6343 e (21) 2622 6170

 

 
 
   
   
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