Campinas/SP - Domingo, 5 de julho de 2026 Agência de Notícias e Editora Gigo Notícias  
 
 
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A SITUAÇÃO DA A(H1N1) DE 25 DE ABRIL A 15 DE AGOSTO  


A AGÊNCIA DE NOTICIAS E EDITORA CLICKNOTICIA assumiu, a partir de 2021 as funções que desde 1996 a Comunicativa atuava no mercado de comunicação com características próprias de Agência de Notícias e Editora. Assim, também como agência e editora, a CLICKNOTICIAS se propõe a levantar informações de interesse jornalístico, na macro região de Campinas, espontaneamente ou por demanda para difundí-las através do site www.clicknoticia.com.br. Como Editora ela coloca à disposição de instituições públicas ou privadas o seu corpo de profissionais para produção de publicações jornalísticas em todas mídias disponíveis. Ao conhecer a empresa e suas necessidades no setor de comunicação, podem ser sugeridas ferramentas através da elaboração de um Plano de Comunicação, incluindo jornal para os funcionários, publicações institucionais ou específicas para os clientes, produção de conteúdo para sites, criação de hubs e sites responsivos, entre outras. Esse trabalho é pautado por critérios profissionais e éticos acim a de tudo. A Comunicativa Assessoria e Consultoria Jornalística foi criada como prestadora de serviços jornalísticos em abril de 1996 em função da demanda de profissionais capacitados para interrelacionar o segmento corporativo e os veículos de comunicação jornalística. Fone/WS: (19) 987-835187 - (19) 99156-6014


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Do total de pessoas que morreram, 185 (50,3%) tinham fator de risco, incluindo gestação.

Doenças metabólicas e respiratórias, cardiopatias crônicas, hipertensão arterial e imunodepressão (pessoas com o sistema imunológico debilitado, como pacientes de câncer e aids), além de gestação, são os principais fatores de risco para óbitos, entre os casos graves pelo novo vírus.

Reitera-se que o cálculo da taxa de letalidade em relação ao total de casos de influenza não é mais utilizado como parâmetro para monitorar o comportamento da doença, uma vez que os casos leves não são mais notificados, exceto em surtos. Esta conduta tem sido recomendada pela OMS desde meados de julho e seguida pela maioria dos países, com priorização para monitoramento de casos graves. A taxa de mortalidade dos casos graves confirmados para o novo vírus no Brasil é de 0,19 óbitos por 100 mil habitantes.

IMPORTANTE:
Os países do Hemisfério Sul, que estão no inverno, continuam registrando aumento no número de casos e de mortes, ao contrário dos países do Hemisfério Norte, que estão no verão, quando a transmissão é significativamente reduzida.

Os países adotam periodicidade diferente para atualização do número de óbitos.

II – CASOS GRAVES E FATORES DE RISCO
De 25 de abril a 15 de agosto, foram registrados 20.820 casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) no país – ou simplesmente casos graves. Segundo a distribuição destes casos por semana epidemiológica, observa-se diminuição no número absoluto de casos graves pelo novo vírus na 32ª semana, que vai de 9 a 15 de agosto.

Isso pode ser visto nas colunas vermelhas do gráfico abaixo. Porém, esta observação pode não refletir a realidade, pois muitas Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde possuem casos não digitados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN), a base de dados que o Ministério da Saúde utiliza para analisar a nova doença.

Portanto, trata-se de um indicativo ainda preliminar de que a doença pode estar recuando.

Do total, 3.712 foram confirmados para algum tipo de vírus influenza, sendo 58% em mulheres. Entre os casos graves positivos para influenza, 3.087 (83%) foram confirmados para o novo vírus e 625 (17%) para influenza comum.

Os principais fatores de risco para desenvolver formas graves são doenças respiratórias, idade igual ou menor que 2 anos, debilitação do sistema imunológico, doenças cardiovasculares (incluindo hipertensão arterial) e metabólicas, além de gestação (leia mais sobre gestação abaixo).

Entre os casos graves por influenza sazonal (gripe comum), os principais fatores de risco foram doenças respiratórias, idade igual/menor que 2 e igual/maior que 60 anos, doenças cardiovasculares (incluindo hipertensão arterial) e debilitação do sistema imunológico.

Dentre os casos graves de influenza causados pelo novo vírus, 42,4% (1.308) apresentaram pelo menos um fator de risco para complicação, incluindo a gestação. Nos casos graves confirmados para influenza sazonal, a proporção foi de 37,3% (233). Os dois índices são semelhantes aos observados no boletim anterior: 43% e 38%, respectivamente.

Segundo a faixa etária, a maior proporção de casos graves confirmados para o A(H1N1) está nas faixas de 15 a 24 anos e 30 a 49 anos. Para os casos de influenza comum, predomina a faixa etária de 30 ma 49 anos.

III – MULHERES E GESTANTES
De todos os 3.087 casos graves confirmados para Influenza A (H1N1), 283 são gestantes (9,1%). Das 283 gestantes infectadas pelo A(H1N1) em estado grave, 237 evoluíram para a cura.

Do total de 1.151 casos graves de mulheres em idade fértil (15 a 49 anos) confirmados para o novo vírus, 24,6% são gestantes, enquanto que para influenza sazonal, 15,4% são gestantes.

Do total de 368 óbitos no país, 46 eram gestantes (12,5%).

IV – ANÁLISES LABORATORIAIS
Os três laboratórios de referência do Ministério da Saúde analisaram 8.519 amostras de secreção respiratória positivas para influenza e outros vírus respiratórios.

Do total, 5.767 (67,7%) foram confirmadas para o novo vírus influenza A (H1N1) e 1.958 (23%), para influenza A sazonal.

Os laboratórios de referência são o Instituto Adolfo Lutz (IAL/SP), o Instituto Evandro Chagas (IEC/PA) e a Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ/RJ).









 

 
 
   
   
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