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TUBERCULOSE: METAS NÃO SÃO ATINGIDAS EM CAMPINAS  


A AGÊNCIA DE NOTICIAS E EDITORA CLICKNOTICIA assumiu, a partir de 2021 as funções que desde 1996 a Comunicativa atuava no mercado de comunicação com características próprias de Agência de Notícias e Editora. Assim, também como agência e editora, a CLICKNOTICIAS se propõe a levantar informações de interesse jornalístico, na macro região de Campinas, espontaneamente ou por demanda para difundí-las através do site www.clicknoticia.com.br. Como Editora ela coloca à disposição de instituições públicas ou privadas o seu corpo de profissionais para produção de publicações jornalísticas em todas mídias disponíveis. Ao conhecer a empresa e suas necessidades no setor de comunicação, podem ser sugeridas ferramentas através da elaboração de um Plano de Comunicação, incluindo jornal para os funcionários, publicações institucionais ou específicas para os clientes, produção de conteúdo para sites, criação de hubs e sites responsivos, entre outras. Esse trabalho é pautado por critérios profissionais e éticos acim a de tudo. A Comunicativa Assessoria e Consultoria Jornalística foi criada como prestadora de serviços jornalísticos em abril de 1996 em função da demanda de profissionais capacitados para interrelacionar o segmento corporativo e os veículos de comunicação jornalística. Fone/WS: (19) 987-835187 - (19) 99156-6014


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O Ministério da Saúde entregou no dia 26/05 um certificado de metas atingidas no controle da tuberculose no Brasil para 114 municípios (incluindo o Distrito Federal), e Campinas não esteve entre eles. As certificações foram anunciadas durante o IV Encontro Nacional de Tuberculose e foi entregue pelo Programa Nacional de Controle da Tuberculose (PNCT) para os gestores que tiveram melhora nos indicadores de controle da doença, que ainda produz mais de 70 mil casos novos por ano no Brasil.

Para a coordenadora municipal de programa contra a tuberculose, Maria Satto, a cidade de Campinas tem vários problemas fora da área da saúde que influenciam o resultado. Além disso, a coordenadora afirma que a pausa do tratamento, que dura seis meses, pelos pacientes também influenciam muito. “Muitos acham que depois de quatro meses já estão curados porque os sintomas desaparecem, e acabam abandonando o tratamento, o que é errado”, afirma Maria.
Em 2008 a cidade de Campinas registrou 292 novos casos de tuberculose, obtendo um índice de 75% de cura e 9% de abandono ao tratamento. As metas estipuladas pelo Ministério da Saúde para o controle da doença são de 85% de casos curados e menos de 5% de abandono.

DOENÇA

Embora a tuberculose ainda represente um importante problema de saúde, houve melhora nos indicadores da doença no Brasil. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgados pelo Ministério da Saúde por ocasião do Dia Mundial de Luta contra a Tuberculose, em 24 de março 2010, mostram que o País melhorou sua posição na lista das 22 nações que concentram 80% dos casos da doença no mundo, passando da 18ª para 19ª. Em 2008, ocorreram 70.989 casos novos, contra 72.140, em 2007. Consequentemente, houve queda na taxa de incidência, que passou de 38,1 para 37,4 por 100 mil habitantes. Houve queda também nos números da mortalidade. Em 2008, foram 4.735 óbitos por tuberculose, enquanto que em 2007 ocor rem 4.823.

Mesmo com a melhora de indicadores, o controle da tuberculose oferece desafios como a ampliação da oferta de diagnóstico e a garantia do tratamento oportuno e com a duração adequada, que é de seis meses. Outra barreira a ser vencida na luta contra a tuberculose são o estigma e o preconceito, que dificultam o diagnóstico, o tratamento e a cura da doença.

Para os gestores federais, estaduais e municipais, um dos principais aspectos considerados prioritários para o enfrentamento da doença é a necessidade de se lutar contra o estigma e o preconceito que rondam os portadores da tuberculose e que impedem o diagnóstico e tratamento precoces. Os medicamentos estão disponíveis nas unidades de atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS); são gratuitos e um direito de todos os cidadãos; são eficazes e curam, quando tomados de forma adequada durante os seis meses de tratamento.

Fonte
Maria Satto – Secretaria de Saúde de Campinas
Ministério da Saúde

 

 
 
   
   
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