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CPI DE CAMPINAS NÃO É BATATA TÃO QUENTE ASSIM
A AGÊNCIA DE NOTICIAS E EDITORA CLICKNOTICIA assumiu, a partir de 2021 as funções que desde 1996 a Comunicativa atuava no mercado de comunicação com características próprias de Agência de Notícias e Editora. Assim, também como agência e editora, a CLICKNOTICIAS se propõe a levantar informações de interesse jornalístico, na macro região de Campinas, espontaneamente ou por demanda para difundí-las através do site www.clicknoticia.com.br. Como Editora ela coloca à disposição de instituições públicas ou privadas o seu corpo de profissionais para produção de publicações jornalísticas em todas mídias disponíveis. Ao conhecer a empresa e suas necessidades no setor de comunicação, podem ser sugeridas ferramentas através da elaboração de um Plano de Comunicação, incluindo jornal para os funcionários, publicações institucionais ou específicas para os clientes, produção de conteúdo para sites, criação de hubs e sites responsivos, entre outras. Esse trabalho é pautado por critérios profissionais e éticos acim a de tudo. A Comunicativa Assessoria e Consultoria Jornalística foi criada como prestadora de serviços jornalísticos em abril de 1996 em função da demanda de profissionais capacitados para interrelacionar o segmento corporativo e os veículos de comunicação jornalística. Fone/WS: (19) 987-835187 - (19) 99156-6014
Vereador Sérgio Benassi, mão forte na segurança da documentação
O presidente da CPI da Camara de Campinas, vereador Sérgio Benassi adiantou em coletiva à imprensa na tarde de segunda-feira que já enviou ofício às duas empresas – Sanasa e Ima – ligadas ao poder público municipal e apontadas como contratantes de serviços de empresários envolvidos em fraudes de contratos.
Ele disse também que vai convidar um representante do ministério público para participar de todas as reuniões da comissão. Quanto aos empresários que estão sendo acusado de fraudes, o vereador diz que convocará apenas se for necessário. “Ainda assim precisamos verificar nosso poder de polícia para isto”.
Outra questão levantada foi sobre a segurança da documentação em posse dos vereadores da comissão. A Camara não possui sala com segurança suficiente para deixar o material fora do expediente. Assim o vereador o mantem em sua sala durante o dia até para que os outros vereadores integrantes da comissão possam ter acesso a ele e depois leva consigo o pacote de folhas para casa.
Sobre os possíveis riscos desta operação, no que foi lembrado inclusive do caso Toninho em cujo veículo que dirigia quando foi morto havia documentos sigilosos, Benassi adiantou que tem "esquemas especiais".