| DOCUMENTÁRIO SOBRE A RELAÇÃO ENTRE HITCHCOCK E SELZNICK
|
|
|
A AGÊNCIA DE NOTICIAS E EDITORA CLICKNOTICIA assumiu, a partir de 2021 as funções que desde 1996 a Comunicativa atuava no mercado de comunicação com características próprias de Agência de Notícias e Editora. Assim, também como agência e editora, a CLICKNOTICIAS se propõe a levantar informações de interesse jornalístico, na macro região de Campinas, espontaneamente ou por demanda para difundí-las através do site www.clicknoticia.com.br. Como Editora ela coloca à disposição de instituições públicas ou privadas o seu corpo de profissionais para produção de publicações jornalísticas em todas mídias disponíveis. Ao conhecer a empresa e suas necessidades no setor de comunicação, podem ser sugeridas ferramentas através da elaboração de um Plano de Comunicação, incluindo jornal para os funcionários, publicações institucionais ou específicas para os clientes, produção de conteúdo para sites, criação de hubs e sites responsivos, entre outras. Esse trabalho é pautado por critérios profissionais e éticos acim a de tudo. A Comunicativa Assessoria e Consultoria Jornalística foi criada como prestadora de serviços jornalísticos em abril de 1996 em função da demanda de profissionais capacitados para interrelacionar o segmento corporativo e os veículos de comunicação jornalística. Fone/WS: (19) 987-835187 - (19) 99156-6014
» Baú
de Notícias
»
Galeria
de Fotos
»
Clipping
|
|
|
No panteão do cinema, David O. Selznick e Alfred Hitchcock ocupam espaços diametralmente opostos. Embora o primeiro tenha contratado o segundo por seu sucesso na Inglaterra, as diferenças de estilo foram cruciais para que um saísse tachado como inovador e o outro, ultrapassado.
Hitchcock, Selznick e o fim de Hollywood (1998), filme que a faixa Cultura Documentários exibe nesta quinta-feira (3/2), às 23h30, discute os catalisadores dessa movimentação, justificada pela nova onda cinematográfica dos anos 1940/50, quando o diretor passou a ser o verdadeiro autor dos filmes, não somente o produtor, função que Selznick exercia.
É sob este espectro que o documentário compara os dois símbolos da sétima arte. Com apenas 36 anos de idade, depois de criar sua própria companhia de cinema e casar com a filha do chefão da MGM, Selznick já era uma lenda. Sua fama de durão crescia na mesma proporção de sua conta bancária. Ensinou Hollywood a ser uma “cidade evento”, sede de histórias polidas e clássicas (com começo, meio e fim), e ganhou tarimba de premiado após E o vento levou. Foram 11 troféus do Oscar. Ganancioso, pavimentou a ideia de que o produtor é o dono do filme.
Até que, no verão de 1939, contrata um diretor inglês que mudaria a lógica da indústria cinematográfica. Alfred Hitchcock trabalhou ao lado de Selznick por quase dez anos. Da parceria nasceram filmes como Quando fala o coração e Rebecca, a mulher inesquecível. Mas acabou entrando no comboio criativo puxado por Orson Welles, cristalizando, assim, a definição de “diretor-autor”, aquele que lança subjetividade criativa sobre a obra, controlando todo o processo de produção.
Dirigido por Michael Epstein, o documentário, além de discorrer sobre as duas carreiras, conta como era a convivência no set, marcada por conturbações, intensos choques e discordâncias. Classificação indicativa: 14 anos.
O Cultura Documentários tem curadoria do jornalista e criador do É Tudo Verdade Amir Labaki.
Ficha Técnica
Gênero: Documentário
Título original: Hitchcock, Selznick and the end of Hollywood
Diretor: Michael Epstein
Ano: 1998
País de origem: Estados Unidos
Duração: 104 minutos
Colorido/P.B.
Classificação indicativa: 14 anos
|
|