Campinas/SP - Quarta, 1 de julho de 2026 Agência de Notícias e Editora Gigo Notícias  
 
 
  home
  gigo notícias
  profissionais
  publicações
  clientes
  projetos
  entrevistas
  baú de notícias
  clippings
  galeria de fotos
  ensaios
  extra pauta
  cadastre-se !
  contato
Digite a expressão que deseja buscar
Cadastre-se e receba, por e-mail, as últimas do ClickNotícia.


Rua Alberto Belintani, 41
Whatsapp: (19) 98783-5187
CEP: 13087-680
Campinas-SP

 

CÂMARA RECORRE AO TJ CONTRA SUSPENSÃO DA COMISSÃO PROCESSANTE  


A AGÊNCIA DE NOTICIAS E EDITORA CLICKNOTICIA assumiu, a partir de 2021 as funções que desde 1996 a Comunicativa atuava no mercado de comunicação com características próprias de Agência de Notícias e Editora. Assim, também como agência e editora, a CLICKNOTICIAS se propõe a levantar informações de interesse jornalístico, na macro região de Campinas, espontaneamente ou por demanda para difundí-las através do site www.clicknoticia.com.br. Como Editora ela coloca à disposição de instituições públicas ou privadas o seu corpo de profissionais para produção de publicações jornalísticas em todas mídias disponíveis. Ao conhecer a empresa e suas necessidades no setor de comunicação, podem ser sugeridas ferramentas através da elaboração de um Plano de Comunicação, incluindo jornal para os funcionários, publicações institucionais ou específicas para os clientes, produção de conteúdo para sites, criação de hubs e sites responsivos, entre outras. Esse trabalho é pautado por critérios profissionais e éticos acim a de tudo. A Comunicativa Assessoria e Consultoria Jornalística foi criada como prestadora de serviços jornalísticos em abril de 1996 em função da demanda de profissionais capacitados para interrelacionar o segmento corporativo e os veículos de comunicação jornalística. Fone/WS: (19) 987-835187 - (19) 99156-6014


»
Baú de Notícias
» Galeria de Fotos

» Clipping

   


A Câmara Municipal de Campinas recorreu nesta quinta-feira (01/09) ao Tribunal de Justiça de São Paulo contra a decisão do juiz da 1ª Vara da Fazenda Pública, Mauro Fukumoto, que impede o funcionamento da Comissão Processante (CP) - instalada na Casa para investigar denúncias de irregularidades cometidas pelo recém-empossado prefeito Demétrio Vilagra (PT). No dia 25 de agosto, Fukumoto anulou a decisão da Câmara que, na véspera, instalou a comissão e decidiu afastar o prefeito do cargo durante o período que durassem os trabalhos de investigação.
Por meio de um agravo de instrumento com pedido de efeito suspensivo da liminar expedida pelo juiz da 1ª instância, a Câmara argumenta que a decisão de Fukumoto “é manifestamente inconstitucional” e pode ser caracterizada como “usurpação de poder”.
Alega que os três poderes são independentes entre si e que fiscalizar atos administrativos praticados pelo Executivo é um dever do Legislativo imposto pelas constituições federal e estadual, além de estar previsto na Lei Orgânica do Município e no Regimento Interno da própria Câmara. “ O Judiciário não pode ditar o que a Câmara pode e o que não pode investigar”, diz o recurso.
A Procuradoria também contesta a argumentação da defesa, para quem uma CP só pode investigar prefeito e na época dos delitos denunciados pelo Ministério Público, Demétrio era vice-prefeito. “Nem esse fato é possível admitir-se como verdadeiro sem qualquer apuração por uma Comissão Processante, porque Demétrio Vilagra assumiu o cargo de prefeito em diversas oportunidades e períodos”, alega. Para a Procuradoria, discutir essa questão sem a possibilidade de apuração pela CP “é extremamente precipitado”.
O agravo será analisado pela 8ª Câmara de Direito Público e terá como relatora a juíza Maria Cristina Cotrofe Biasi.
Na sessão do dia 24 de agosto, a Câmara aprovou, por 29 votos contra 4, a abertura de uma CP para analisar o pedido de cassação de Demétrio Vilagra. O requerimento que pediu a instalação da CP foi apresentado pelo vereador Valdir Terrazan (PSDB), que acusa Demétrio de envolvimento em esquema de corrupção na Sanasa e de irregularidades em licitações da Ceasa.
O prefeito é acusado pelo Ministério Público por formação de quadrilha, desvio de recursos públicos e fraudes em licitações. Demétrio chegou a ter a prisão decretada por duas vezes e numa delas, chegou a ser detido. Ele foi empossado no dia 23 de agosto, três dias depois da cassação do mandato de Hélio de Oliveira Santos (PDT) por improbidade administrativa. Na oportunidade, Hélio foi cassado por 32 votos contra 1.
Texto e Foto: Assessoria de Imprensa da Câmara Municipal de Campinas

 

 
 
   
   
« voltar  


   Gigo Notícias    Política de Privacidade