Campinas/SP - Terça, 30 de junho de 2026 Agência de Notícias e Editora Gigo Notícias  
 
 
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Campinas-SP

 

CAI A INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR  


A AGÊNCIA DE NOTICIAS E EDITORA CLICKNOTICIA assumiu, a partir de 2021 as funções que desde 1996 a Comunicativa atuava no mercado de comunicação com características próprias de Agência de Notícias e Editora. Assim, também como agência e editora, a CLICKNOTICIAS se propõe a levantar informações de interesse jornalístico, na macro região de Campinas, espontaneamente ou por demanda para difundí-las através do site www.clicknoticia.com.br. Como Editora ela coloca à disposição de instituições públicas ou privadas o seu corpo de profissionais para produção de publicações jornalísticas em todas mídias disponíveis. Ao conhecer a empresa e suas necessidades no setor de comunicação, podem ser sugeridas ferramentas através da elaboração de um Plano de Comunicação, incluindo jornal para os funcionários, publicações institucionais ou específicas para os clientes, produção de conteúdo para sites, criação de hubs e sites responsivos, entre outras. Esse trabalho é pautado por critérios profissionais e éticos acim a de tudo. A Comunicativa Assessoria e Consultoria Jornalística foi criada como prestadora de serviços jornalísticos em abril de 1996 em função da demanda de profissionais capacitados para interrelacionar o segmento corporativo e os veículos de comunicação jornalística. Fone/WS: (19) 987-835187 - (19) 99156-6014


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De acordo com o Indicador Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor, em fevereiro deste ano, na comparação com janeiro de 2012, a inadimplência dos consumidores brasileiros registrou queda de 0,9%, representando o terceiro recuo mensal consecutivo.
Na relação anual (fevereiro de 2012 sobre fevereiro de 2011), o índice subiu 18,3%. Já no primeiro bimestre do ano, na comparação com o mesmo período do ano passado, a inadimplência do consumidor apresentou crescimento de 17,4%. É importante ressaltar que este resultado representa uma desaceleração em relação ao que foi verificado durante o primeiro bimestre de 2011, cuja alta em relação ao mesmo período de 2010 havia sido de 25,4%.
De acordo com os economistas da Serasa Experian, os juros altos, os gastos típicos de início de ano (IPVA, IPTU e despesas escolares) e as incertezas sobre a crise global fizeram com que o consumidor tivesse cautela e controlasse seus gastos. Vale lembrar que a menor quantidade de dias úteis em fevereiro também colaborou para a queda dos registros de dívidas não pagas no mês.
Na decomposição do indicador, a inadimplência com os bancos e com os cheques sem fundos puxaram a queda do indicador com variações negativas de 1,5% e de 4,7% (contribuições de -0,8% e de -0,5% no índice agregado, respectivamente). Por sua vez, os títulos protestados recuaram 18,0% no mês, gerando contribuição de -0,3% na inadimplência dos consumidores. Já as dívidas não bancárias (cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços como telefonia e fornecimento de energia elétrica e água) contribuíram para que o índice não caísse ainda mais, com crescimento de 1,6% e contribuição positiva de 0,6%.

Todas as modalidades da inadimplência apresentaram crescimento no valor médio das dívidas em fevereiro de 2012. A inadimplência não bancária teve alta de 44,2%, os cheques sem fundos apresentaram elevação de 11,9%, assim como os títulos protestados e as dívidas com os bancos, que aumentaram 6,8% e 0,4%, respectivamente.

Metodologia do Indicador

O Indicador Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor reflete o comportamento da inadimplência em âmbito nacional. Considera as variações registradas no número de cheques sem fundos, títulos protestados, dívidas vencidas com bancos e dívidas não bancárias (lojas em geral, cartões de crédito, financeiras, prestadoras de serviços como fornecimento de energia elétrica, água, telefonia etc.) em todo o país. Por levar em conta o inadimplemento das pessoas físicas nas mais diversas modalidades, e não apenas dentro do sistema financeiro, o índice da Serasa Experian consegue capturar movimentos cíclicos de inadimplência, que, muitas vezes, revelam ocorrências que vão se manifestar no sistema bancário dentro de 6 a 12 meses.

 

 
 
   
   
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