Campinas/SP - Segunda, 29 de junho de 2026 Agência de Notícias e Editora Gigo Notícias  
 
 
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SEBRAE VE COMO POSITIVA A REDUÇÃO DE JUROS  


A AGÊNCIA DE NOTICIAS E EDITORA CLICKNOTICIA assumiu, a partir de 2021 as funções que desde 1996 a Comunicativa atuava no mercado de comunicação com características próprias de Agência de Notícias e Editora. Assim, também como agência e editora, a CLICKNOTICIAS se propõe a levantar informações de interesse jornalístico, na macro região de Campinas, espontaneamente ou por demanda para difundí-las através do site www.clicknoticia.com.br. Como Editora ela coloca à disposição de instituições públicas ou privadas o seu corpo de profissionais para produção de publicações jornalísticas em todas mídias disponíveis. Ao conhecer a empresa e suas necessidades no setor de comunicação, podem ser sugeridas ferramentas através da elaboração de um Plano de Comunicação, incluindo jornal para os funcionários, publicações institucionais ou específicas para os clientes, produção de conteúdo para sites, criação de hubs e sites responsivos, entre outras. Esse trabalho é pautado por critérios profissionais e éticos acim a de tudo. A Comunicativa Assessoria e Consultoria Jornalística foi criada como prestadora de serviços jornalísticos em abril de 1996 em função da demanda de profissionais capacitados para interrelacionar o segmento corporativo e os veículos de comunicação jornalística. Fone/WS: (19) 987-835187 - (19) 99156-6014


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Juros menores, maior oferta de crédito e prazo de pagamento alongado para micro e pequenas empresas. A iniciativa do Banco do Brasil (BB) e da Caixa Econômica Federal (CEF) de diminuir os spreads bancários- diferença entre as taxas de juros pagas na captação dos recursos e as cobradas dos clientes - afeta positivamente os pequenos negócios. A avaliação foi feita pelo diretor-técnico do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos, ao destacar a importância das medidas para estimular a competição entre os bancos e fortalecer os pequenos negócios.

O BB elevou em R$ 26,8 bilhões o montante de crédito oferecido para as micro e pequenas empresas (MPE) e diminuiu em 15%, em média, as taxas de juros para essas empresas. As iniciativas, reunidas no Programa Bom para Todos, estão alinhadas com a intenção do governo federal de incentivar a produção nacional.

A CEF acompanhou a tendência de redução do spread e lançou na segunda-feira (09) medidas de redução dos juros para as MPE e pessoa física. Os cortes impactam as linhas de capital de giro para as empresas de pequeno porte, cujas taxas cairão de 2,72% ao mês para 0,94%.

As iniciativas do BB e da CEF estão no rumo certo para estimular a produção e a geração de emprego, assinala Carlos Alberto, para quem a redução das taxas deve ser acompanhada por outras instituições financeiras. “Acredito que possam ser acompanhadas por todo o sistema financeiro, na medida em que há possibilidade de redução dos spreads”, disse o diretor-técnico do Sebrae.

Carlos Alberto recomenda, no entanto, que as MPE adotem práticas de gestão financeira eficientes para que o crédito adquirido sirva, efetivamente, para impulsionar os negócios. “O custo do capital utilizado no processo produtivo vai diminuir, mas os pequenos negócios precisam avaliar o acesso ao crédito dentro de um planejamento financeiro adequado, que demonstre a compatibilidade entre o endividamento e a capacidade de inserção da empresa no mercado”, aconselhou.

Medidas de estímulo

No início do mês, a presidente Dilma Rousseff anunciou medidas de estímulo à produção como a desoneração da folha de pagamentos e a oferta de crédito mais barato pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). De acordo com Carlos Alberto dos Santos, o pacote do governo federal deve estimular a economia e terá reflexos para as MPE, ainda que indiretos. “Apesar de estarem voltadas principalmente às grandes empresas, as medidas são muito positivas porque impulsionam a contratação e o consumo de produtos nacionais, assim como dinamizam a economia como um todo, o que é excelente para os pequenos negócios”, destaca.

O modelo escolhido pelo governo para diminuir custos na contratação de mão de obra desvincula os encargos patronais previdenciários da folha de pagamento e os associa ao faturamento das empresas. “A desoneração é positiva porque flexibiliza, conforme as variações do mercado, o valor pago pela contratação de empregados. Assim, o empresário em dificuldades acaba pagando menos, enquanto o que estiver crescendo, paga mais”, explicou o diretor.

Em relação às MPE, Carlos Alberto dos Santos disse que “já são beneficiadas com a desoneração da folha promovida pelo Simples Nacional, desde julho de 2007. Do ponto de vista dos pequenos negócios, trata-se da grande reforma tributária feita no país”. Cerca de 6,1 milhões de micro e pequenas empresas brasileiras estão enquadradas nesse regime especial de tributação.

 

 
 
   
   
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