Campinas/SP - Domingo, 28 de junho de 2026 Agência de Notícias e Editora Gigo Notícias  
 
 
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Campinas-SP

 

MRV ESPERA DESTRAVAMENTO ADMINISTRATIVO DE CAMPINAS  


A AGÊNCIA DE NOTICIAS E EDITORA CLICKNOTICIA assumiu, a partir de 2021 as funções que desde 1996 a Comunicativa atuava no mercado de comunicação com características próprias de Agência de Notícias e Editora. Assim, também como agência e editora, a CLICKNOTICIAS se propõe a levantar informações de interesse jornalístico, na macro região de Campinas, espontaneamente ou por demanda para difundí-las através do site www.clicknoticia.com.br. Como Editora ela coloca à disposição de instituições públicas ou privadas o seu corpo de profissionais para produção de publicações jornalísticas em todas mídias disponíveis. Ao conhecer a empresa e suas necessidades no setor de comunicação, podem ser sugeridas ferramentas através da elaboração de um Plano de Comunicação, incluindo jornal para os funcionários, publicações institucionais ou específicas para os clientes, produção de conteúdo para sites, criação de hubs e sites responsivos, entre outras. Esse trabalho é pautado por critérios profissionais e éticos acim a de tudo. A Comunicativa Assessoria e Consultoria Jornalística foi criada como prestadora de serviços jornalísticos em abril de 1996 em função da demanda de profissionais capacitados para interrelacionar o segmento corporativo e os veículos de comunicação jornalística. Fone/WS: (19) 987-835187 - (19) 99156-6014


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Ao projetar 2012 com uma expansão no Brasil de 15%, a MRV Engenharia e Participações prevê que a região de Campinas deverá no mínimo manter os mesmos 20% de participação nos negócios de 2011. A maior companhia de habitação popular brasileira, mineira de Belo Horizonte, é a linha de frente do programa Minha Casa Minha Vida, do governo federal.

A posição esperada para a Região Metropolitana de Campinas (RMC) no corrente ano está alinhada ao que Sérgio Lavarini, diretor de Relações Institucionais, prevê também para o interior paulista como um todo: 40% de responsabilidade na carteira contratada, igualmente repetindo, por baixo, o resultado de 2011. Ribeirão Preto é outra região bem aproveitada pela empresa.

No total, o ano passado a construtora e incorporadora fechou com uma carteira total de R$ 4,3 bilhões, temperada com 15% a mais sobre 2010. Isso representou 12% de todo o pacote do Minha Casa Minha Vida no Brasil.

O fôlego que o mercado paulista deu à empresa também pode ser expresso pelo número de cidades atentidas. Foram 48 o ano passado. Ainda que a inflação dos terrenos no interior é uma realidade cada vez mais sentida – e o apetite da MRV é uma das causas – compensa o custo do metro quadrada da capital.

Não é demais recordar, de acordo com Lavarini, que num negócio de imóveis populares, quanto mais em conta forem os custos dos ativos, menor é o repasse ao produto final, cujo efeito é maior na base da pirâmide sócio-econômica. A MRV atua na faixa de renda acima de três salários mínimos.

CAMPINAS TRAVOU

A fatia do bolo apenas da cidade de Campinas em 2011 até que poderia ter sido maior. O executivo da construtora recorda o imbroglio administrativo da cidade, com os escandâlos e troca de prefeitos, que frearam “as aprovações de obras pela Prefeitura e alguns empreendimentos foram embargados”. Os investimentos, portanto, tiveram que ser aparalisados da metade do ano para a frente.

Em 2012, a MRV quer lançar a construçãode 15 mil novas unidades, com a um Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 1,8 a R$ 2 bilhões. Contando com Americana na RMC, deverão ser gerados mais 5 mil empregos.

Integrante da BM&FBovespa, no chamado Novo Mercado – empresas com melhor nível de transparência nas relações com os investidores – a MRV Engenharia e Participações faz aposta também na maior participação dos bancos no financiamento imobiliário.

Apesar do boom imobiliário, estatística de 2010 da conta de que o crédito imobiliário no País é de apenas 4% do PIB, enquanto em países de níveis e desenvolvimento semelhantes ou até menores a participação é seuperior a dois dígitos.

Um incremento dessa taxa diminuiria o déficit habitacional: 5,5 milhões no Brasil, 2,05 milhões no Sudeste e 1,06 milhão no estado de São Paulo.


 

 
 
   
   
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