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QCV
Nasceu como um grupo vocal, em meados de 1995, em Campinas, São Paulo. No início, inspirado por grupos como MPB-4 e Os Cariocas, passou a se apresentar nos principais palcos da cidade com a mesma proposta vocal, porém com arranjos originais escritos por Adriano Dias. O repertório passeava por Chico Buarque, Tom Jobim, Edu Lobo, Guinga e Dorival Caymmi, além de sambas de Cartola, Nelson Cavaquinho e Noel Rosa.
No começo do ano 2000, o O Quarteto inaugura as rodas de samba feitas nas mesas do bar do Centro Cultural Evolução, um dos mais antigos e belos casarões de Campinas. O local transforma-se num reduto. O grupo abandona a proposta vocal e de arranjos para se dedicar apenas às rodas informais, com a participação de outros músicos da cidade.
Nunca se fez tanta roda de samba pelos bares, desde os anos 80, tempo em que a Banducha do Pezão (de Tati, Zeza Amaral, Alfredinho e Pezão), marcou época. O grupo inaugura outras rodas de samba em bares do Centro e incentiva o surgimento de outros redutos espalhados pela cidade.
As rodas transformaram-se no projeto, que a imprensa local passou a chamar de movimento Revivendo o Samba. Compositores da Velha Guarda do samba campineiro passaram a se apresentar nas rodas, ao lado do Quarteto.
Pelo menos uma cantora foi revelada nas rodas do Centro Cultural: a divina Aureluce, que o cartunista Jaguar chamou de "Grande Dama do Samba Campineiro" em uma de suas crônicas no jornal carioca "O Dia", após visita à Campinas.
Em 2001, o Quarteto abriu shows para Bezerra da Silva, Demônios da Garoa e Velha Guarda da Portela, entre outros.
LUCY
A cantora Lucy Campos apresenta o projeto “Dressing Rock: Um tributo ao Rock e ao Heavy Metal”, no Almanaque Café, localizado à Av. Albino Jose Barbosa de Oliveira, 1240, Campinas/SP, a partir das 22h. O show tem repertório baseado no recém-lançado CD “Black Brick Road”, que faz tributo ao rock e ao heavy metal, com grandes sucessos de todos os tempos em versões acústicas. Os arranjos foram feitos em parceria com o músico Sérgio Murilo. O público presente poderá conferir releituras de canções como ‘Painkiller’, ‘Smoke on the Water’, ‘Rock n’ Roll’, ‘Rainbow in the Dark’ e ‘Changes’.
Com lançamento pela Wet Music, o projeto possui qualidades para inovar. A cantora, que começou sua carreira tocando bateria em bandas covers de rock e heavy metal, considera este álbum “debut” perfeito. “É muito bom poder voltar às raízes depois de anos tocando em bandas de balada na noite paulistana”, explica.
Sobre os arranjos ela faz questão de evidenciar o trabalho de Sérgio. “O Serginho tem uma particularidade muito grande é um músico excepcional, autodidata, sensibilidade musical incrível, é uma pessoa não convencional que tem um talento incrível com a música”.
Lucy Campos e sua voz afinada, ora suave, ora com uma pegada rock ‘n’ roll, somada aos novos arranjos traz ao projeto uma sonoridade original e interpretações únicas, dignos de arrancar elogios dos headbangers mais radicais. As canções Highway to Hell, do AC/DC, Another Brick in the Wall, do Pink Floyd ou Welcome to The Jungle, do Guns n’ Roses, trazem algo bem diferente aos acostumados a Bossa N’ Roll.
O álbum “Black Brick Road” estreia com 13 canções, sendo Out Tonight autoral e inédita, e de acordo com Lucy, a escolha do repertório foi “orgânica”. Em destaque estão também às canções Painkiller, Smoke on the Water, Rock n’ Roll, Rainbow in the Dark e Changes.
“O Rock faz muito parte do que eu sou, mudou muito a minha vida”, complementa Lucy Campos, deixando evidente que a experiência da artista com o gênero foi fundamental para a construção do projeto.
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