Campinas/SP - Quinta, 25 de junho de 2026 Agência de Notícias e Editora Gigo Notícias  
 
 
  home
  gigo notícias
  profissionais
  publicações
  clientes
  projetos
  entrevistas
  baú de notícias
  clippings
  galeria de fotos
  ensaios
  extra pauta
  cadastre-se !
  contato
Digite a expressão que deseja buscar
Cadastre-se e receba, por e-mail, as últimas do ClickNotícia.


Rua Alberto Belintani, 41
Whatsapp: (19) 98783-5187
CEP: 13087-680
Campinas-SP

 

FAMÍLIA É CONDENADA POR ESQUEMA DE FRAUDES CONTRA INSS  


A AGÊNCIA DE NOTICIAS E EDITORA CLICKNOTICIA assumiu, a partir de 2021 as funções que desde 1996 a Comunicativa atuava no mercado de comunicação com características próprias de Agência de Notícias e Editora. Assim, também como agência e editora, a CLICKNOTICIAS se propõe a levantar informações de interesse jornalístico, na macro região de Campinas, espontaneamente ou por demanda para difundí-las através do site www.clicknoticia.com.br. Como Editora ela coloca à disposição de instituições públicas ou privadas o seu corpo de profissionais para produção de publicações jornalísticas em todas mídias disponíveis. Ao conhecer a empresa e suas necessidades no setor de comunicação, podem ser sugeridas ferramentas através da elaboração de um Plano de Comunicação, incluindo jornal para os funcionários, publicações institucionais ou específicas para os clientes, produção de conteúdo para sites, criação de hubs e sites responsivos, entre outras. Esse trabalho é pautado por critérios profissionais e éticos acim a de tudo. A Comunicativa Assessoria e Consultoria Jornalística foi criada como prestadora de serviços jornalísticos em abril de 1996 em função da demanda de profissionais capacitados para interrelacionar o segmento corporativo e os veículos de comunicação jornalística. Fone/WS: (19) 987-835187 - (19) 99156-6014


»
Baú de Notícias
» Galeria de Fotos

» Clipping

   


A Justiça Federal condenou nove pessoas, cinco delas da mesma família, por envolvimento em uma organização criminosa que praticava fraudes contra a Previdência Social. A quadrilha, segundo a denúncia do Ministério Público Federal capixaba, forjava relações empregatícias, às vezes com dados de pessoas mortas, para ganhar benefícios previdenciários. Seis delas foram presas em abril de 2009, durante a operação Viúva Negra no estado.

As investigações revelaram que, por meio da fraude, a quadrilha obteve pelo menos seis benefícios previdenciários, sendo cinco deles pensão por morte e um auxílio-reclusão. A chefe do esquema, de acordo com o MPF, era Lenir Ribeiro de Souza. A denúncia diz que ela se apoderava de documentos de pessoas mortas que faziam parte de seu círculo de relações sociais, e forjava carteiras de trabalho, carteiras de identidade, certidões de nascimento e CPFs.

Por conta disso, foi condenada pela prática de estelionato, falsidade ideológica e formação de quadrilha. No total, sua pena será de 13 anos e quatro meses de prisão e multa. O MPF-ES, no entanto, quer que a pena de Lenir seja aumentada e recorreu da decisão.

Quatro parentes de Lenir também foram condenadas por formação de quadrilha e outros crimes: sua mãe, Luzia Ribeiro de Souza; sua irmã Luciana de Souza Candeia; sua sobrinha Fabíola Silva de Souza; e sua cunhada Carla Simplício Pereira Souza. Luciana, apesar de não ter o nome envolvido em nenhum dos benefícios fraudulentos obtidos pela quadrilha, também era chefe da organização, segundo o MPF, para quem ela era a responsável pela guarda dos documentos e cartões de benefícios obtidos pelo grupo e administrava os lucros. Sua pena foi de um ano e seis meses de reclusão.

Carla, a cunhada, também era participante do grupo, diz a acusação. Ela providenciou documentos em nome de uma mulher morta e se passou por ela em diversas ocasiões, inclusive registrou uma criança como sendo sua filha para receber auxílio-reclusão, escreveram os procuradores. Por conta disso, foi condenada a mais de três anos de prisão. Já Fabíola, a sobrinha, atuou, de acordo com a denúncia, em duas fraudes e foi condenada a três anos e oito meses de reclusão.

Luzia, mãe de Lenir, participou de uma das fraudes descobertas, de acordo com a acusação, servindo de testemunha na certidão de nascimento falsa que embasou o requerimento de um auxílio-reclusão. A pena estipulada foi de dois anos e quatro meses de prisão. As penas de Luciana, Luzia, Fabíola e Carla, no entanto, foram substituídas por duas penas restritivas de direito – prestação de serviços à comunidade e multa.

MAIS CONDENAÇÕES

Além das mulheres da mesma família, outras cinco pessoas foram condenadas por terem colaborado com a fraude. Ana Paula de Azevedo Siqueira, Rita Carvalho da Silva e Hélio Ribeiro de Souza, por exemplo, foram condenados por estelionato a um ano e quatro meses de prisão. As penas serão substituídas pela prestação de serviços comunitários e multa.

Já Crispim Robson Batista foi condenado a dois anos de reclusão e multa por obter de forma fraudulenta um auxílio-reclusão para uma filha fictícia que teria tido em 2005 com uma mulher morta desde 1999. Ele também vai prestar serviços comunitários.

 

 
 
   
   
« voltar  


   Gigo Notícias    Política de Privacidade