Campinas/SP - Quinta, 25 de junho de 2026 Agência de Notícias e Editora Gigo Notícias  
 
 
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COMPUTADORES FICAM 61% MAIS BARATOS NOS ÚLTIMOS 10 ANOS  


A AGÊNCIA DE NOTICIAS E EDITORA CLICKNOTICIA assumiu, a partir de 2021 as funções que desde 1996 a Comunicativa atuava no mercado de comunicação com características próprias de Agência de Notícias e Editora. Assim, também como agência e editora, a CLICKNOTICIAS se propõe a levantar informações de interesse jornalístico, na macro região de Campinas, espontaneamente ou por demanda para difundí-las através do site www.clicknoticia.com.br. Como Editora ela coloca à disposição de instituições públicas ou privadas o seu corpo de profissionais para produção de publicações jornalísticas em todas mídias disponíveis. Ao conhecer a empresa e suas necessidades no setor de comunicação, podem ser sugeridas ferramentas através da elaboração de um Plano de Comunicação, incluindo jornal para os funcionários, publicações institucionais ou específicas para os clientes, produção de conteúdo para sites, criação de hubs e sites responsivos, entre outras. Esse trabalho é pautado por critérios profissionais e éticos acim a de tudo. A Comunicativa Assessoria e Consultoria Jornalística foi criada como prestadora de serviços jornalísticos em abril de 1996 em função da demanda de profissionais capacitados para interrelacionar o segmento corporativo e os veículos de comunicação jornalística. Fone/WS: (19) 987-835187 - (19) 99156-6014


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Pesquisa realizada pela Intel Brasil, comparação do IPCA dos últimos 10 anos mostra que o preço dos computadores caiu 61,32%. Apesar da diminuição do preço, a capacidades dos computadores segue crescendo. O alto custo-benefício coloca o computador como prioridade na lista de consumo das famílias brasileiras.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a taxa oficial de inflação no Brasil, contabiliza um aumento de 81,04% no custo de vida dos brasileiros nos últimos 10 anos. Os computadores, entretanto, puxadas por iniciativas públicas e privadas, teve uma das maiores quedas de preço entre os eletroeletrônicos na última década.

De uma forma geral, os eletroeletrônicos – TV, som e informática – foram uma das categorias com maior queda no preço na última década – 52,62% de decréscimo na média. O computador fica ainda abaixo desse índice, graças a uma série de fatores que incluem a isenção de impostos sobre os produtos de informática; aumento da fabricação local de componentes; queda do dólar; aquecimento da economia local e o próprio aumento da escala do mercado brasileiro, que hoje disputa as primeiras posições mundiais em consumo de PCs.

Como base de comparação no mesmo período, o preço do carro novo teve um aumento de 6,23% no mesmo período. Mesmo com aumento no volume de vendas e queda no IPI (Imposto sobre Produto Industrializado). “A queda de preço do computador, aliado à maior diversificação dos produtos no mercado brasileiro e um esforço conjunto de todo o ecossistema tornaram o projeto de inclusão digital do Brasil um estrondoso sucesso – nunca o computador foi tão acessível para as camadas mais baixas da população”, comentou Fernando Martins, presidente da Intel Brasil. “Dez anos atrás, ter um computador em casa era o sonho de muitas famílias na classe C. Hoje, este sonho nunca esteve tão próximo da realidade”.

A queda no preço significa que até mesmo computadores com a mais recente tecnologia estão disponíveis a um preço acessível para a população. Enquanto em 2003 um computador com configuração básica, equipado com processador Intel Celeron de 1.3 GHz, 128 MB de memória e sistema operacional Windows XP, custava entre R$ 1.890 a R$ 2.300 no grande varejo, atualmente já é possível adquirir computadores modernos, com tela sensível ao toque e o novo sistema operacional Windows 8 por preços que começam a partir de R$ 1.300,00.

Segundo Martins, essa drástica redução no preço dos computadores é possível porque com o aumento do número de pessoas com renda para consumir tecnologia, é possível reduzir o preço ao consumidor. “Atualmente, o consumo de produtos eletrônicos e de tecnologia crescem no Brasil porque estão bem no alto da lista de prioridades de consumo das famílias", afirma o presidente.

ACUMULADO JAN 2003 A ABRIL 2013

Índice geral 81,05%
TV, som e informática -52,62%
Microcomputador -61,32%
Veículo próprio 27,67%
Automóvel novo 6,23%
Compra de automóvel usado -18,58%

*fonte: IBGE
Mais acessibilidade atrai as classes C e D

Em pesquisa recente realizada pela Intel famílias das classes ABCD em que as pessoas já utilizam computadores, seja no trabalho, em LAN Houses, ou na casa de familiares e amigos – 24% das famílias ainda não possuem computador. Para essas famílias, o computador é a compra mais adequada por atender de forma completa às necessidades de todos os membros da família.
Entre essas famílias que ainda não possuem computador em casa, 46% pretendem comprar um dentro de 18 meses. Dessas, 52% consideram comprar um notebook e 48% consideram a compra de um desktop; enquanto apenas 8% pensam no tablet como o primeiro dispositivo computacional e 5% consideram a compra de um smartphone.

O computador figura como prioridade nas compras de eletrônicos dessas famílias, e seis em cada dez entrevistados declararam sua intenção de comprar um computador ainda em 2013.

“O que torna o computador atraente para as famílias na classe C e D não é somente o preço, que nunca esteve tão acessível, mas também a capacidade do computador de mudar a realidade das famílias, por meio do acesso à informação, educação, lazer e cultura”, afirmou Fernando Martins. “O investimento realizado em um computador retorna de muitas maneiras, tornando a compra uma prioridade para o brasileiro médio.”

O IPCA é calculado pelo IBGE desde 1980, se refere às famílias com rendimento monetário de 01 a 40 salários mínimos, qualquer que seja a fonte, e abrange nove regiões metropolitanas do país, além do município de Goiânia e de Brasília.

 

 
 
   
   
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