Campinas/SP - Quinta, 25 de junho de 2026 Agência de Notícias e Editora Gigo Notícias  
 
 
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GREENPEACE AFIRMA QUE 66% DA ENERGIA DO PAÍS PODEM SER RENOVÁVEIS  


A AGÊNCIA DE NOTICIAS E EDITORA CLICKNOTICIA assumiu, a partir de 2021 as funções que desde 1996 a Comunicativa atuava no mercado de comunicação com características próprias de Agência de Notícias e Editora. Assim, também como agência e editora, a CLICKNOTICIAS se propõe a levantar informações de interesse jornalístico, na macro região de Campinas, espontaneamente ou por demanda para difundí-las através do site www.clicknoticia.com.br. Como Editora ela coloca à disposição de instituições públicas ou privadas o seu corpo de profissionais para produção de publicações jornalísticas em todas mídias disponíveis. Ao conhecer a empresa e suas necessidades no setor de comunicação, podem ser sugeridas ferramentas através da elaboração de um Plano de Comunicação, incluindo jornal para os funcionários, publicações institucionais ou específicas para os clientes, produção de conteúdo para sites, criação de hubs e sites responsivos, entre outras. Esse trabalho é pautado por critérios profissionais e éticos acim a de tudo. A Comunicativa Assessoria e Consultoria Jornalística foi criada como prestadora de serviços jornalísticos em abril de 1996 em função da demanda de profissionais capacitados para interrelacionar o segmento corporativo e os veículos de comunicação jornalística. Fone/WS: (19) 987-835187 - (19) 99156-6014


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O Greenpeace divulgou no dia 27 de agosto a 3ª edição de seu relatório [R]evolução Energética, que aponta que o Brasil pode dispor de uma energia majoritariamente limpa até 2050. Segundo o estudo, o sistema energético nacional pode contar com 66,5% de fontes como vento, sol e biomassa para abastecer os setores elétrico, industrial e de transportes – número 47% superior ao projetado pelo Governo Federal - e “até 2040 é possível abdicar da energia produzida pelas usinas nucleares, térmicas movidas a óleo combustível e carvão mineral”.

Embora não sejam contra a utilização de fontes sustentáveis, muitos especialistas em energia defendem que o país deve sempre contar as chamadas fontes previsíveis, como carvão, gás natural e a própria água, por meio de reservatórios maiores nas hidrelétricas. “Principalmente, em nações com a população e a economia do tamanho das do Brasil, é necessária a utilização de fontes previsíveis de geração de energia. Esta previsibilidade se dá porque conhecemos o estoque nacional de carvão, conseguimos estimar o tamanho dos poços de gás e sabemos a quantidade de água da chuva estocada nos reservatórios de nossas grandes hidrelétricas”, afirma o Diretor Executivo da Safira Energia, companhia especializada na comercialização e na gestão de energia em empresas.

Considerada uma fonte poluidora, a energia à base de carvão, por exemplo, não pode ser vista apenas como algo prejudicial ao país. Embora muitos rejeitem essa realidade, as termelétricas podem ser a solução para a redução do nível dos reservatórios de nossas hidrelétricas e para a ausência de fontes mais sustentáveis, como o vento e a luz solar. “Obviamente, projetos para a utilização de energia eólica ou solar são mais indicados se o assunto for o meio ambiente. Entretanto, a diversificação de fontes se faz indispensável, uma vez que não existe garantia de vento e sol o tempo todo”, defende Kawai Jr.

Segundo o Diretor da Safira Energia, há meios para incentivar a produção de energia vinda de fontes previsíveis para suprir as deficiências do setor e, mesmo assim, não provocar tantos danos ao meio ambiente. “Claro que as preocupações ambientais devem existir o tempo todo e ninguém pode ser contra isso, no entanto a falta de energia elétrica em nossos lares e indústrias é uma questão importantíssima”, finaliza o especialista.


* Mikio Kawai Jr. é economista pela FEA-USP (1995), mestre em economia pela Unicamp (1999 - dissertação sobre gestão de riscos) e Advanced Executive Management pela IESE Business School (Espanha, 2011). Iniciou a carreira no mercado financeiro em bancos de investimentos, tanto nacional como estrangeiro, migrou para o mercado de energia na sua gênese, em 1998, tendo trabalhado na CPFL Energia até 2004. Atuou como gerente de suprimento de energia na AES Brasil, gerente de operações na Openlink (Nova York e SP). Ocupa, desde 2008, o cargo de Diretor Executivo do Grupo Safira, companhia que atua na comercialização de energia, além de consultoria e prestação de serviços em representação de entidades no âmbito da CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica).

Fonte: Assessoria de imprensa Grupo Image

 

 
 
   
   
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