Campinas/SP - Domingo, 21 de outubro de 2018 Agência de Notícias e Editora Comunicativa Ltda.  
 
 
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INTERDIÇÃO DO IPEN AMEAÇA QUASE 2 MILHÕES DE EXAMES ONCOLÓGICOS  


Desde 2008 a Comunicativa passou a atuar no mercado de comunicação com características próprias de Agência de Notícias e Editora. Como Agência ela se propõe a levantar informações de interesse jornalístico, na macro região de Campinas, espontaneamente ou por demanda para difundí-las através do site www.clicknoticia.com.br. Como Editora ela coloca à disposição de instituições públicas ou privadas o seu corpo de profissionais para produção de publicações jornalísticas nas mídias hoje disponíveis. Ao conhecer a empresa e suas necessidades no setor de comunicação, podem ser sugeridas novas ferramentas através da elaboração de um Plano de Comunicação, incluindo jornal para os funcionários, publicações institucionais ou específicas para os clientes, abastecimento de sites, entre outras. Esse trabalho é pautado pelos critérios técnicos e a ética das notícias e suas conseqüências. A Comunicativa foi criada como prestadora de serviços jornalísticos em abril de 1996 em função da demanda de profissionais capacitados para interrelacionar o segmento corporativo e os veículos de comunicação jornalística. Fones: (19) 3256 4863 / 3256 9059


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31/03/2018 - um dos principais fornecedores dos radiofármacos destinados à realização de cintilografias ósseas e exames PET-CT, pela Coordenadoria de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de São Paulo, ligada à ANVISA.

A interdição aconteceu no último dia 18, mas anteriormente o IPEN já vem sofrendo com falta de investimentos por parte das autarquias superiores federais. “Mais uma vez a comunidade nuclear brasileira se depara com um revés que ameaça a prática da especialidade e o desempenho de seu papel assistencial para inúmeros pacientes oncológicos, principalmente”, critica o médico nuclear Juliano Cerci, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear.

Cerci explica que o mercado brasileiro conta com uma parcela reduzida de parceiros da iniciativa privada e com atividades limitadas. “Diante de uma situação intempestiva desta magnitude não há condições de suprir minimamente as necessidades dos diferentes insumos de sequer uma fração dos serviços espalhados por todo o País”, pontua.

Estima-se que no Brasil a economia anual da Medicina Nuclear gire ao redor de R$ 1 bilhão e que sejam realizados 1,6 milhões de procedimentos de cintilografias anualmente, sendo destes 450 mil dedicados a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) e outros 1,2 milhões para pacientes da saúde suplementar. Em relação à tomografia por emissão de pósitrons (PET), estimam-se cerca de 300 mil procedimentos ao ano, sendo o IPEN um dos principais fornecedores de radiofármacos marcados com Flúor-18 principalmente para o SUS.

A SBMN segue mobilizada, participando de inúmeras reuniões em Brasília desde a interdição, com o IBAMA, Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde e com o próprio diretor presidente da ANVISA e informa que há insumo para a realização dos procedimentos somente até os próximos dez dias. “Já acionamos a ANVISA para termos autorização para importação do insumo, mas aguardamos a conclusão dos trâmites burocráticos para contornar a situação”, finaliza.

Sobre a SBMN

Fundada na década de 60, a Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear (SBMN) é constituída por médicos especialistas em medicina nuclear e outros profissionais de áreas correlatas, como tecnólogos, radiofarmacêuticos, biomédicos, físicos e químicos, contando com quase 1 mil sócios atualmente. Tem por objetivo integrar e favorecer o desenvolvimento da comunidade médica nuclear e demais profissionais envolvidos no emprego de fontes abertas de radionuclídeos com finalidades diagnósticas ou terapêuticas, promovendo atividades científicas e de intercâmbio entre profissionais de todo o País.

 

 
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