Campinas/SP - Quarta, 17 de julho de 2019 Agência de Notícias e Editora Comunicativa Ltda.  
 
 
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TRT 15 FAZ SOBRE ´RACISMO ESTRUTURAL´  


Desde 2008 a Comunicativa passou a atuar no mercado de comunicação com características próprias de Agência de Notícias e Editora. Como Agência ela se propõe a levantar informações de interesse jornalístico, na macro região de Campinas, espontaneamente ou por demanda para difundí-las através do site www.clicknoticia.com.br. Como Editora ela coloca à disposição de instituições públicas ou privadas o seu corpo de profissionais para produção de publicações jornalísticas nas mídias hoje disponíveis. Ao conhecer a empresa e suas necessidades no setor de comunicação, podem ser sugeridas novas ferramentas através da elaboração de um Plano de Comunicação, incluindo jornal para os funcionários, publicações institucionais ou específicas para os clientes, abastecimento de sites, entre outras. Esse trabalho é pautado pelos critérios técnicos e a ética das notícias e suas conseqüências. A Comunicativa foi criada como prestadora de serviços jornalísticos em abril de 1996 em função da demanda de profissionais capacitados para interrelacionar o segmento corporativo e os veículos de comunicação jornalística. Fones: (19) 3256 4863 / 3256 9059


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24/06/2019 - o Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região - Comitê de Erradicação do Trabalho Escravo, Tráfico de Pessoas e Discriminação, a Ordem dos Advogados do Brasil – 3ª Subseção Campinas - Comissão da Verdade sobre a Escravidão Negra no Brasil e a Escola Judicial do TRT-15 realizarão no dia 28 de junho, das 09h00 às 12h, o Seminário “Racismo Estrutural”, com o objetivo de debater a inserção de pessoas negras no mercado de trabalho. O evento acontecerá no Plenário do TRT-15, na Rua Barão de Jaguara, 901, no centro de Campinas.

A iniciativa traz à discussão o conceito de racismo estrutural, que tem o preconceito por raça como fundamento estruturador das relações sociais, e como isso influencia diretamente na empregabilidade das pessoas negras.

O seminário terá início com a palestra da professora Eunice Prudente, da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), com o tema “Racismo Estrutural”. A docente aborda em suas linhas de pesquisa temas como as diferenças e desigualdades sociais, relações étnico-raciais, o negro na ordem jurídica brasileira e os limites dos direitos humanos em face do racismo.

Em seguida, a coordenadora do curso de Direito da Universidade Mackenzie Campinas, Alessandra Benedito, abordará o assunto “Trabalhadores Negros e Mercado de Trabalho”. O professor doutor da Fundação Visconde Cairu (BA), Hélio Santos, falará sobre o sistema de cotas no Brasil com base em suas pesquisas da temática sociorracial.

Encerrando o ciclo de palestras, o fundador e reitor da Faculdade Zumbi dos Palmares, José Vicente, fará uma apresentação com o tema “Inclusão Social dos Afrodescendentes”. A instituição de ensino criada por Vicente é voltada para a inclusão, qualificação e protagonismo do negro brasileiro.

Racismo – Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ainda há grande desigualdade entre brancos e negros* na sociedade brasileira.

O estudo mostra que há diferenças na média salarial, sendo os negros ganham R$ 1.570, enquanto que a média remuneratória dos brancos é de R$ 2.814. O desemprego é outro fator de desigualdade. No primeiro trimestre de 2018 foi registrado desemprego entre os negros (14,6%) maior do que na média da população (11,9%).

Apesar dos negros representarem 54% da população, a sua participação no grupo dos 10% mais pobres é de 75%. Já no grupo de 1% mais ricos da população, a porcentagem de negros é de apenas 17,8%.

A taxa de analfabetismo no Brasil é mais que o dobro entre negros (9,9%) do que entre brancos (4,2%). O número de brancos com mais de 25 anos ou mais que têm curso superior (22,9%) é mais que o dobro da porcentagem de negros (9,3%).

*De acordo com o Estatuto da Igualdade Racial (Lei nº 12.288/10), as pessoas negras englobam pretos e pardos, ambos considerados separadamente na pesquisa IBGE.
 

 
 
   
   
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