Campinas/SP - Quarta, 28 de julho de 2021 Agência de Notícias e Editora Comunicativa Ltda.  
 
 
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BRASILEIROS PERCORREM QUILOMETROS EM BUSCA DE VACINA  


Desde 2008 a Comunicativa passou a atuar no mercado de comunicação com características próprias de Agência de Notícias e Editora. Como Agência ela se propõe a levantar informações de interesse jornalístico, na macro região de Campinas, espontaneamente ou por demanda para difundí-las através do site www.clicknoticia.com.br. Como Editora ela coloca à disposição de instituições públicas ou privadas o seu corpo de profissionais para produção de publicações jornalísticas nas mídias hoje disponíveis. Ao conhecer a empresa e suas necessidades no setor de comunicação, podem ser sugeridas novas ferramentas através da elaboração de um Plano de Comunicação, incluindo jornal para os funcionários, publicações institucionais ou específicas para os clientes, abastecimento de sites, entre outras. Esse trabalho é pautado pelos critérios técnicos e a ética das notícias e suas conseqüências. A Comunicativa foi criada como prestadora de serviços jornalísticos em abril de 1996 em função da demanda de profissionais capacitados para interrelacionar o segmento corporativo e os veículos de comunicação jornalística. Fones: (19) 3256 4863 / 3256 9059


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CAMPINAS/SP


Em um cenário de confusão generalizada, com cronogramas de vacinação que nem sempre são cumpridos por conta da falta de imunizantes, enquanto parte da população busca formulações "de escolha" – os chamados "sommelier de vacinas" –, o Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde da Fundação Oswaldo Cruz (ICICT/Fiocruz) divulgou uma nota técnica na qual aponta mais um problema: o deslocamento da população para receber uma vacina anticovídica.

Quinze por cento das doses administradas em território nacional até o momento foram aplicadas em pessoas que estavam fora de seu município de residência, o que sugere que 11,3 milhões de pessoas se deslocaram para outro município para receber o imunizante. Segundo os dados, algumas pessoas chegaram a percorrer até 3.000 km para serem vacinadas. As unidades federativas (UF) que vacinaram pessoas provenientes de locais mais longínquos foram: Distrito Federal (790 km), Amazonas (647 km), Roraima (506 km), Ceará (398 km) e Rio de Janeiro (362 km).

O deslocamento seria uma resposta de parte da população à incapacidade das cidades de executar programas de vacinação eficazes, alertam os pesquisadores; 51% dos municípios brasileiros aplicaram menos doses que a média nacional. Desde maio, vem sendo observada ainda uma tendência de crescimento na procura por doses fora do município de residência, principalmente a segunda dose. Não há como determinar com certeza o porquê desta mudança, mas é bem provável que ela seja uma resposta a problemas na estrutura de fornecimento de doses que ocorreu em alguns municípios.

"Um deslocamento entre municípios próximos, dentro da mesma região de saúde, é esperado, mas o que mais nos impressionou foi o fluxo de pessoas saindo do interior dos estados para as capitais de outros estados", disse ao Medscape Raphael Saldanha, mestre em saúde coletiva pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e pesquisador do projeto MonitoraCovid-19 da Fiocruz.

O que motivou esta pesquisa foi a necessidade de quantificar a situação em âmbito nacional. "É um dado estratégico, necessário para o planejamento da campanha de vacinação e para a atenção básica brasileira", explicou Raphael.

Direto individual

"O indivíduo que procura a dose em outro município não está errado, não é irregular", afirmou Raphael. "A saúde é um direito, e pelo Sistema Único de Saúde (SUS) há direito a saúde em qualquer lugar, a pessoa não precisa necessariamente estar no município de residência. Então, quem que se desloca e vai para outro município, está buscando seu direito."
 

 
 
   
   
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