Campinas/SP - Terça, 25 de janeiro de 2022 Agência de Notícias e Editora Gigo Notícias  
 
 
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Campinas-SP

 

EXPECTATIVA DE VIDA NO BRASIL SOBE A 76,8 ANOS EM 2020  


A GIGO NOTÍCIAS assumiu, desde 2021 as funções que desde 2008 a Comunicativa atuava no mercado de comunicação com características próprias de Agência de Notícias e Editora. Assim, também como agência, a GIGO NOTÌCIAS se propõe a levantar informações de interesse jornalístico, na macro região de Campinas, espontaneamente ou por demanda para difundí-las através do site www.clicknoticia.com.br. Como Editora ela coloca à disposição de instituições públicas ou privadas o seu corpo de profissionais para produção de publicações jornalísticas em todas mídias disponíveis. Ao conhecer a empresa e suas necessidades no setor de comunicação, podem ser sugeridas ferramentas através da elaboração de um Plano de Comunicação, incluindo jornal para os funcionários, publicações institucionais ou específicas para os clientes, produção de conteúdo para sites, criação de hubs e sites responsivos, entre outras. Esse trabalho é pautado por critérios profissionais e éticos acim a de tudo. A Comunicativa Assessoria e Consultoria Jornalística foi criada como prestadora de serviços jornalísticos em abril de 1996 em função da demanda de profissionais capacitados para interrelacionar o segmento corporativo e os veículos de comunicação jornalística. Fone/WS: (19) 987-835187 - (19) 88156-6014


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CAMPINAS/SP


Inclusão dos profissionais 50+ como diferencial competitivo

De acordo com levantamento recente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a expectativa de vida no Brasil subiu para 76,8 anos em 2020. Em relação a 2019, houve um aumento de dois meses e alguns dias. O levantamento revelou que mulheres vivem mais do que homens: enquanto eles chegam a viver, em média, 73,3 anos, o público feminino pode ir até 80,3 anos.



O estudo não levou em conta os efeitos da pandemia, mas o fato é que a população mundial está vivendo mais. A própria Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) apontou que, em 2050, o número de pessoas com idade igual ou superior a 60 anos vai mais do que dobrar.



Com as pessoas vivendo mais, tendo acesso a um envelhecimento saudável, com as novas mudanças nas regras para aposentadoria no Brasil e com a participação cada vez maior dos idosos no sustento da casa, boa parte da turma da terceira idade está ativa no mercado de trabalho. Outros, no entanto, tentam uma recolocação e precisam superar muitas barreiras.



Empregados ou não, o fato é que o mercado de trabalho ainda é hostil para os profissionais acima dos 50 anos de idade. Os efeitos do chamado etarismo ou idadismo - prática discriminatória com base na idade - são alarmantes e colocam em risco o futuro das organizações.



Ora, o Brasil está envelhecendo. Além disso, as famílias estão reduzindo o número de filhos, o que significa que, futuramente, o país terá poucos profissionais em idade ativa no mercado. Sem contar que, por aqui, 35,9% dos adultos jovens não trabalham nem estudam, também chamada de geração "nem-nem".



Com este cenário à vista, faz sentido desprezar mão de obra madura, qualificada e experiente? Certamente não. Por outro lado, é necessário que os gestores pensem em formas para promover a diversidade etária nas organizações. Não apenas isso, mas é importante, também, que o público acima dos 50 anos seja estimulado a buscar formações constantes.



Sim, é preciso voltar a estudar e aprender a aprender. Quem é da old school foi formado para o trabalho repetitivo, mecânico e inflexível. Acontece que o mundo mudou, está mais tecnológico, virtual, dinâmico e diverso. Provavelmente, boa parte dos conflitos geracionais na organizações acontecem por conta do choque entre essas realidades.



No filme "Um senhor estagiário", por exemplo, Robert de Niro é Ben, um executivo aposentado e viúvo que é selecionado para um programa de estágio voltado para a terceira idade. Ele vai trabalhar em uma start-up de vendas on-line criada pela jovem Jules que, na trama, é interpretada pela atriz Anne Hathaway. No longa, eles vivem situações típicas da Geração Baby Boomers e da Gerações Y e Z.



No começo, os jovens profissionais estranham o colega sênior no ambiente de trabalho e oferecem até certa resistência com as investidas de Ben. Avesso à tecnologia, principalmente a que envolve as redes sociais, ele se esforça para conhecer e entender a linguagem virtual da nova geração sem, contudo, abandonar a classe e charme da sua geração.



Com muito bom humor e alguns conflitos, aos poucos a equipe vai se entendendo e uma bela amizade entre as gerações é formada. A maturidade e a experiência de Ben foi fundamental para o sucesso da startup de Jules e a equipe jovem da empresa também contribuiu bastante para que o senhor estagiário obtivesse sucesso na sua nova empreitada profissional.



O filme é apenas um recorte do que vem acontecendo nas empresas mais engajadas em promover a diversidade geracional. Para aquelas organizações que ainda insistem em excluir, isolar ou a forçar a saída compulsórias da turma acima dos 50 anos, fica a dica para uma mudança de postura. A experiência dessa "galera" pode sim ser o diferencial competitivo que o seu negócio tanto busca.







*Adm. Mauro Kreuz

Presidente do Conselho Federal de Administração


Sobre o CFA – O Conselho Federal de Administração é um órgão normativo, consultivo, orientador e disciplinador do exercício da profissão de Administrador, sediado na capital federal, responsável por controlar e fiscalizar as atividades financeiras e administrativas do Sistema CFA/CRAs. O Sistema tem como missão promover a Ciência da Administração valorizando as competências profissionais, a sustentabilidade das organizações e o desenvolvimento do país. É integrado pelo CFA e pelos 27 Conselhos Regionais de Administração – CRAs, sediados em todos os estados da Federação.

Mauro Kreuz

 

 
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